28 de maio de 2011

Os bons são maioria

A partir de umas histórias que li num livro de crônicas
De cenas que vemos e vivemos, ainda que raramente
E inspirada na campanha da Coca-Cola Brasil
"Os bons são maioria"
Seguem alguns exemplos de gestos nobres
Sejamos humanos
Façamos a diferença no dia ou na vida de alguém
Vamos ser maioria

Um garoto corria para pegar um ônibus com seus amigos quando a tira de sua sandália rompeu, ele disse para os colegas que seguissem e de repente surgiu uma turma de rapazes, perguntaram quanto ele calçava e um deles tirou seus chinelos, deu ao garoto e disse para ele se apressar que o ônibus ia partir.

Na fila um senhor esperava quase uma hora por atendimento, quando chega ao local uma mãe com uma criança de colo, uma enorme sacola e outra criança falando e reclamando sem parar, ela pegou a senha e começou a entreter e conversar com os dois. Quando o número do senhor é chamado ele entrega a moça, para ela aquela senha era como um bilhete de loteria. Quando o senhor se prepara para esperar por mais uma hora, o rapaz cujo número logo ia ser chamado lhe entrega sua senha.

Uma senhora paga ao taxista e o motorista percebe muitos km depois que haviam duas notas de cinquenta juntas, ele volta uma distância equivalente a corrida da passageira e lhe entrega os cinquenta reais, ela sem acreditar oferece que ele desconte a corrida e ele não aceita, justificando, que irá dormir bem sabendo que havia feito a coisa certa.

2 comentários:

  1. Achei mais essa história:

    "Na época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino entrou numa lanchonete e se sentou. Ele perguntou:
    - quanto custa um sorvete com chocolate e amendoim?
    - cinqüenta centavos, respondeu a moça.
    O menino abriu a mão, contou suas moedas e examinou o que tinha.
    - e quanto custa apenas o sorvete?
    Como havia outras pessoas esperando vagar a mesa, a atendente, já impaciente, respondeu: – 25 centavos.
    O menino recontou suas moedas. Pediu, então, apenas o sorvete.
    A atendente trouxe o sorvete e sobre a mesa deixou a conta. Foi-se.
    O menino terminou o sorvete, levantou-se, pagou a conta e saiu. Quando a atendente voltou para ajeitar a mesa para novo cliente reparou que junto ao prato vazio havia exatamente vinte e cinco centavos, sua gorjeta.

    (adaptação de um texto do livro “Com los ojos del alma")

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  2. Que lindo!!!!!!Só é uma pena que estes acontecimentos sejam tão raros que as pessoads se espantem. Para mim isso deveria ser o comum, e o estranho deveria ser cada qual pensar apenas no próprio umbigo. Acredito na "corrente do bem". Fazer o bem deveria ser ensinado na escola. Se todos praticassem um pouquinho o mundo estaria muito mais feliz!

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