17 de junho de 2011

O que não tem no texto abaixo?

“Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.

Podemos, em estilo corrente escrever sem verbos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir.

Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?

Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores. Honremos o que é nosso.”

Um comentário:

  1. Não tem a letra A.
    Um trecho desse tamanho sem usar a letra A.
    Eu achei fantástico!

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