19 de julho de 2011

Banco de Favores

Retirado do livro O Zahir, de Paulo Coelho:
"- Começo a fazer depósitos na sua conta - estes depóstos não são em dinheiro, mas em contatos. Apresento você a tal e tal pessoa, facilito certas negociações - desde que sejam lícitas. Você sabe que está me devendo alguma coisa, embora eu jamais cobre nada.
- E um dia…
- Exatamente. Um dia, lhe peço algo, você pode dizer não, mas sabe que está me devendo. Fará o que peço, eu continuarei ajudando, os outros saberão que você é uma pessoa leal, farão depósitos em sua conta - sempre contatos, porque este mundo é feito de contatos, e nada mais. Também lhe pedirão algo algum dia, você irá respeitar e apoiar quem o ajudou, com o passar do tempo terá sua teia espalhada por todo o mundo, conhecerá todos que precisa conhecer, e sua influência crescerá cada vez mais.
O Banco de Favores é um investimento de risco, como qualquer outro banco. Você se recusa a fazer o favor que lhe pedi, achando que o ajudei porque você merecia...eu agradeço, peço a outra pessoa onde fiz depósitos em sua conta, mas a partir deste momento todo mundo sabe, sem que seja preciso dizer nada, que você não faz o mercado girar."
O Banco de Favores comprova a Lei de Newton, que serve tanto para física quanto para os relacionamentos:

"Toda ação tem uma reação de mesma intensidade"

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