28 de setembro de 2011

Dividindo leituras

Oi!

Vou tentar sempre publicar Post´s Dividindo leituras, com trechos, comentários, dicas e reflexões sobre minhas leituras.

Comentários como sempre serão bem vindos, mas nesses post´s, além de comentar sobre o que eu postar quero que vcs dividam as suas leituras.

Beijos literários :)

Hoje, o primeiro Dividindo Leituras é sobre o livro que estou lendo:

Tempo de Esperas, do Pe Fábio de Melo, Editora Planeta.

Sinopse: Estudante e professor de filosofia, aravés da troca de cartas falam de filosofia, amor, amizade e felicidade, refletindo e tentando compreender, aceitar e lhe dar com os tempos das esperas.

"A escrita é uma aventura perigosa.
Nela o coração humano se registra e se revela.
O envelope resguarda o segredo,
acoberta o infortúnio que gerou as palavras,
segreda os motivos que o esboço da escrita não alcança,
veda os espaços para que o sentimento não fuja, nem se perca pelo caminho.
A palavra segura o significado do vivido,
desafia o tempo, engana a cronologia.
A vida vivida encontra abrigo na casa da palavra.
Estou nas palavras, mas estou, sobretudo, nas entrelinhas."

13 comentários:

  1. oi tina
    te adicionei no meu blogroll.
    eu nunca li nada de padre fabio,mas deve ser interessante.
    eu estou lendo "lo scalpellino" de camila lackberg.
    è a estoria de uma menina de oito anos que vem encontrada morta,e quando começam a investigar ,se descobre que nada è como parece, que todos os habitantes dessa comunidade guardam um segredo.
    eu estou amando,essa autora sueca já publicou 3 livros,que eu já li todos,e agora estou nesse que é o ultimo que ela publicou.
    estou adorando,
    eu sou uma leitora voraz,leio em media 3 livros por mês.
    ler é uma das minhas paixões,

    baci baci

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  2. tb amo ler, n compro + livros por falta de verba, tenho pouco quem me empreste e na verdade gosto de tê-los...já comprei inclusive alguns que já havia lido, para poder reler, folear.

    vale registrar que não os acho caros como a maioria das pessoas, o que gastamos com eles, gastamos em um bar, almoço, roupa...e o retorno n tem preço.

    obrigada por me colocar no seu blogroll, vc já está no meu e inclusive recomendei seu blog em um pedido de recomendações do blog de uma amiga hj.

    será que há tradução em português desse livro q vc está lendo, vou pesquisar aqui na net sobre ele.

    valeu a participação e o carinho, que as palavras, páginas, autores, teclados, letras, livros e blogs sempre nos enriqueça e aproxime.

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  3. Tina, vou discordar de você no quesito preço dos livros. Eu acho caro sim! Na minha última ida à livraria percebi que a grande maioria saltou de um patamar de 30 para 45 reais. Concordo quando você compara com outros gastos tipo bar, roupas... mas me entristece ver que muitos ficam de fora. Também li em outros blogs de outros países o incentivo à leitura, o preço acessível dos livros... Enfim, adorei a tua ideia de compartilhar leituras aqui. Será uma troca bem legal. Eu estou lendo o menino que descobriu o vento, um relato emocionante de um garoto de um dos países mais pobres da África que inventou um moinho de vento a partir de sucatas.
    Beijos e boa leitura!

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  4. dica de leitura = sempre bom demais!

    E quando um livro é ruim, pode falar? acabei de ler o tal best seller "Quarto", da Emma Donoghue e achei esse o livro mais pavoroso que li na minha vida, quase joguei fora quando terminei :D, então minha recomendação é: não leia!

    bjs ;-)

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  5. Pode "desrecomendar" sim.
    Ouvi uma vez uma história que o cara pediu o cartão do restaurante para recomendar as pessoas que não fossem lá.

    Qto ao preço dos livros refiro-me a quem se queixa e tem.
    Quem tem pra gastar 50, 80, 100 em shows, festas, 45 numa dividida de conta de bar, 100 em um vestido e tanto + em cosméticos, salão, etc, não tem que achar caro um livro custar 45 reais.

    Aos que não podem comprar há os sites, bibliotecas, projetos e centros independentes de incentivo e disponibilização de livros, há o espaço democrático, aconchegante e bem intensionado de livrarias como a Saraiva e Cultura.

    É meu ponto de vista, para mim é uma questão cultural, acho mais necessário incentivos para o gosto, prazer, interesse pela leitura que pelo barateamento dos preços dos livros.

    Gostei da sua dica e participação Ana e já anotei a sua não dica Geogia.

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  6. Oi Tina, anota aí: vanessa.eutimia@gmail.com

    Bjocassss

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  7. tina
    eu leio muito.mas compro poucos livros.como è possivel????
    aqui na Itália em cada bairro tem uma biblioteca publica,com livros sempre novos.
    então sempre pego emprestado,e se gosto muuiiito,compro.

    bacione

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  8. Viva a Itália!

    Viva, cuidemos e que se multipliquem, as bibliotecas pelo mundo.

    Por aqui poucas, com mtos livros arcáicos, poucas edições e o pior de td pouco zelo de quem frequenta, com os locais e com os livros.

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  9. Tina adorei o seu comment no seu post às vezes gastamos tanto com 'futilidades' não compramos um livro. Pra ser sincera acho que o livro é um ótimo investimento fico feliz em pagar 45 por um livro, aprendi com meu pai que devemos gastar com o que nos faz bem, mlehor do que ter que gastar com remédios. Vou dividir uma leitura com vocês "A vida sexual da mulher feia-Cláudia Tajes" muito engraçado, quem quiser saber mais detalhes fiz uma resenha há um tempo atrás no meu blog! Beijos.

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  10. É isso ai pai de Crys ;]
    Valeu querida pela participação e dica!!!

    Segue uma opnião que li hj e achei mto legal:

    O reconhecimento da literatura
    por Luiz Carlos Amorim escritor

    Li um artigo sobre escritores e escritores-leitores, publicado num dos últimos finais de se-manas. Gostei do texto, lúcido e coerente, mas me detenho no fecho do mesmo: "A literatura regional de cada estado só será reconhecida e admirada nacionalmente quando encontrar seu espaço dentro de seu próprio território e entre a sua própria gente. Precisamos conhecer para reconhecer."
    É a mais pura verdade. Não que não tenhamos grandes escritores em cada Estado da Federação, reconhecidos nacionalmente, mas a verdade é que o leitor não procura conhecer a obra de autores da sua terra. E isso não se refere apenas ao leitor comum, ao público em geral, que prefere comprar os best-sellers a ler um livro de autor daqui. Os próprios escritores, não raro, deixam de prestigiar o colega que publica sua obra.
    Tenho visto lançamentos de escritores de literatura produzida aqui no estado, nas feiras do livro aqui, às quais pouquíssimos escritores têm comparecido. Dá pra contar nos dedos quem aceita o convite e vem comprar o livro de autor local. Os escritores, em geral, parecem não prestigiar muito os seus pares.
    Na maior cidade do estado, onde está sendo formada uma Confraria reunindo todos os escritores da cidade, três deles fizeram recentemente um lançamento de seus livros, mas, das dezenas de escritores que fazem parte da nova agremiação, apenas alguns poucos deles, os que sempre estão presentes em eventos literários prestigiando os colegas, é que compareceram.
    Então o trabalho feito por algumas boas escolas, no que diz respeito a trabalhar escritores locais em sala de aula, lendo sua obra, fazendo trabalhos sobre ela, convidando os focalizados para interagirem com os alunos, é de vital importância para que leitores em formação conheçam autores que, às vezes, moram ao lado de suas casas, mas de quem nunca leram uma linha.
    É esse trabalho de base, essa aproximação autor/leitor, que precisa ser feito pela escola, que vai fazer com que o leitor em formação conheça e reconheça a literatura produzida perto dele, no mesmo tempo e espaço em que ele se insere.
    Já perguntei, em palestras para primeiro e segundo graus, quais os escritores da cidade onde estávamos os estudantes conheciam. E ninguém levantou a mão para responder. Eu insisti que havia vários escritores da cidade escrevendo crônicas nos jornais locais, mas, mesmo assim, não eram conhecidos.
    Em uma cidade apenas, a pergunta encontrou algum eco, um ou outro autor foi citado, pois a escola já os tinha trazido para conversar com os alunos, como estava fazendo comigo. Então alguns responderam, mas muitos outros escritores, alguns com romances publicados em nível nacional, não foram lembrados.
    A escola tem um papel fundamental nessa aproximação autor/leitor, nessa possibilidade de levar a obra do autor que reside na mesma cidade do aluno até ele. Não estou dizendo que é fácil, porque sei que há muitas dificuldades enfrentadas pelos professores, até o próprio conteúdo programático, que não raro, deixa de facilitar essa tentativa de popularizar a nossa literatura. A própria situação caótica do ensino, hoje, no Brasil, dificulta isso.
    Mas é preciso começar em casa. Casa que não tem livros é casa que tem criança com menos possibilidade de vir a gostar de ler. Ter livros diante dos olhos, ter livros nas mãos, mesmo antes de aprender a ler, é condição sine qua non para que nossas crianças venham a gostar de ler.

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  11. Oi Tina!
    Olha..nunca li nada do pe Fabio....mas todo mundo fala...e o puquinho que vc colocou eu ja gostei!
    Bjus
    Paula Kasas

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  12. Ele escreve e fala coisas muito interessantes, sobre sentimentos, buscas, perdas, sobre amor, fé...

    Muito inteligente, apolítico e embora padre além da religião católica, faz reflexões enriquecedoras, agregadoras.

    Ele tem um programa que passa hj (td quarta) no canal Canção Nova(canal 24 na Sky).
    Direção Espiritual o nome do programa, passa das 22 às 23 , assista para conhecê-lo.

    Se tiver oportunidade leia o livro. É muito bom.
    :)

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  13. Tina...Amei a idéia!
    Sou fã do padre Fábio!
    Acho admirável a maneira como escreve e fala...poético e verdadeiro.
    Amei!
    bjão

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