22 de novembro de 2011

O papel de cada um

Ouvi o padre Fábio falar e concordo em absoluto. É altamente nocivo misturar os papéis em nossas relações.

Ai vi uma matéria num telejornal local onde se defendeu a modernização da relação pais e filhos, pois os moldes antigos são ultrapassados e acho que um dos grandes vilões das atuais relações está nessa modernização, tem coisas, valores, hábitos que tem que ser mantidos categoricamente, religiosamente, hierarquicamente. 
Quantos jovens hoje saberão o significado (léxico e funcional) de hierarquia?
Infelizmente uma minoria.

Acredito e defendo que:

Pai e mãe não tem que ser amigos, tem que ser pai e mãe e cada um com seu papel bem definido.

Namorado(a) tem que ser e deve ser namorado(a), não marido(esposa).

Marido(esposa) tem que ser marido(esposa) e não pai ou mãe, professor, chefe, filho(a)...

Filho tem que ser filho, se comportar como, obedecer como, respeitar como.

Não importa o que o vizinho ou colega da escola faça, ou como os pais deles são, a lei aqui é que tem hora pra chegar, hora pra dormir, senso de coletividade, satisfações a dar, limites, limites e limites, sempre, em qualquer idade. Um filho independente, casado, solteiro, separado, dono de seu nariz, deve ao pai e a mãe, no mínimo, respeito, o ideal é cuidado, afeto e outras "cositas mas".

Um filho adolescente, seja nerd, revolucionário, menino, menina, gay, roqueiro, pagodeiro, tímido, da galera, tem que andar na linha, tem que ter respeito, limites, regras.

Defendo, questiono e proponho: andam mais os pais precisando de aconselhamentos, cursos, palestras e terapias do que as crianças e jovens.
Que tal oficinas para pais, peças, terapias em grupo, palestras nas escolas dos filhos, nas faculdades, nas igrejas, centros etc ?

O filho é reflexo na maioria das vezes dos pais e quando não é, os pais se conscientes, presentes e responsáveis irão lhe dar um norte e não rifaram esse jovem, essa criança, para que a escola, a vida ensine (na maioria das vezes, estrague). Vemos pais despreparados, irresponsáveis, inconsequentes, sem noção, as pencas e não é no telejornal, novela, nem no cinema, é no dia-a-dia, na vida real. Fala-se aos quatro cantos dos jovens e do mundo como está e deve-se, precisa-se falar, atentar, mudar muitos pais e mães, voltar aos padrões e regras de educação antiquados e eficazes.

6 comentários:

  1. Também concordo com tuas palavras, Tina. Acho que estamos mais errando do que acertando quando misturamos papéis.
    Passa lá no abrindo clareiras, escrevi algo 'primo' ao teu post! Beijo

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  2. Falou e disse, Tina! Apóio :) :)

    bjs

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  3. Concordo Tina, as crianças tem que ter um pai e uma mãe para que os caminhos certos e o conceito de ruim e bom seja estabelecido, senão, vão se perder!!

    Adorei seu texto!!
    Paz e Luz!!

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  4. Parabéns guria!É isso aí...cada um no seu quadrado e no seu papel.
    Beijocas
    ;)

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  5. Querida Tina,
    Concordo com você em cada letra, vírgula e ponto escrito.
    Por coincidência, recebi hoje um dos maiores elogios (para mim), dito por minha empregada de quase dez anos de casa:
    "-Dona Myrian, a senhora está de parabéns, pois todos os seus filhos já estão encaminhados na vida e são muito boa gente!"
    Não foi o máximo ouvir isso? Fiquei super feliz.
    Janaína viu os meus filhos crescerem, viu a educação e orientação que demos a eles e está vendo o resultado de tanto empenho.
    Beijo carinhoso.

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  6. Oi Tina, concordo em número, gênero e grau. Os pais estão perdidos, se tornam amiguinhos dos filhos e deixam de fazer o seu papel, tem medo de chatear os filhos, mendigam um pouquinho de seu afeto. É tão preocupante: como 'estes' criarão seus próprios filhos?! Precisamos reconhecer nossos papeis e procurar a excelência em seu desempenho.Que Deus nos ajude,rs. Bjinhoss

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