16 de outubro de 2012

Cartas na mesa

Estava aqui pensando no livro O dia do coringa de Jostein Gaarder, mesmo autor de O mudo de Sofia, que desejo ler e ter já a algum tempo e me ocorreu a seguinte reflexão que me lembrou jogatinas de baralho no play do prédio vizinho onde eu morava, mas isso é assunto para outra reflexão.
Na vida, como numa distribuição de cartas para um jogo de baralho, cada jogador recebe uma mão de cartas, uns recebem vários duques, ases ou coringas, é sempre assim, por mais que o baralho tenha sido embaralhado e há os que pegam um mão péssima, nada com nada. No decorrer da partida, nossas vida, nossos caminhos e escolhas são as partidas, podemos descartar, comprar, ter parcerias,  jogar o jogo. Sempre tem os que trapaceiam, mas tem aqueles que focam nas regras, se concentram, são espertos e fazem bom uso do senso de oportunidade. O amadurecimento permite ao jogador ser menos afobado e saber que não se vence sempre, como diz a canção, "nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar".

15 comentários:

  1. Na vida temos que saber jogar...Assim, poderemos nos alegrar das boas jogadas ,mesmo tendo perdido o jogo...beijos,chica

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  2. Recebemos oportunidades sempre... cabe a nós, as nossas escolhas fazermos das oportunidade as melhores possíveis e aprendendo junto com elas. Com calma e sabedoria!

    Um lindo e abençoado dia!
    Grande beijo.
    Lorena Viana

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  3. Verdade...concordo com a sua reflexão! E, às vezes se ganha, outras se perde...mas vai se tentando fazer o melhor jogo, com as cartas que se tem na mão! Também estou louca para ler O Mundo de Sofia, logo, logo eu compro este livro!!

    Tenha um lindo dia, Tina!!
    Beijos!!♥

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    1. Ops!
      Do jeito que escrevi pareceu que desejo ter e e ler O mundo de Sofia que tenho e já li duas vezes.
      Meu desejinho literário é O dia do coringa.
      Tenho ainda dele e recomendo O pássaro raro, Através do espelho e O castelo dos Pirineus.
      Ler o mundo de Sofia eu super recomendo.

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  4. Sempre sempre, perdendo ou ganhando, mas aprendendo, aprender sempre com tudo.
    Bjo grande

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  5. A grande diferença é que no jogo de cartas as regras são pré determinadas. Na vida temos sempre o inesperado, o diferente, as mudanças de regras a todo instante.

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  6. É verdade, por isso ainda acredito na sorte, tem uns que nada fazem e tem oportunidade incríveis enquanto outros penam para conseguir. Mas como dizem somo prisioneiros de nossas escolhas.
    Linda tem um Premio para ti no meu blog, dê uma passadinha lá. PRÊMIO DARDOS. Fica a vontade se quiser tudo bem. bjos e uma ótima semana.

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  7. Sintonia querida Tina,
    Acabei de adquirir esse livro e será a minha próxima leitura.
    Mas é isso mesmo que escreveu... ganhando um dia, perdendo outros vamos aprendendo....!!!
    Um beijoooo.

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  8. Mnadou bem Tina, texto ótimo!

    Li e possuia O dia do curinga. uma amiga o afanou rsrs
    leitura que pretendo refazer.
    Tenho e já li, e amo, O mundo de sofia. li um atrás do outro e foi ótimo que fosse assim. mergulhei numa catarse por meses, após a leitura...

    bjs

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  9. No jogo da vida as vezes achamos que perdemos quando na verdade ganhamos algo mais profundo.
    Beijos
    Pedro e Amara

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  10. Ah, essa música é cantada pela Elis Regina. Assisti ao show da Maria Rita, na última sexta-feira, e ela incluiu essa canção no repertório. Também quero ler esse livro. É uma forma rápida e gostosa de lermos filosofia. Adorei o Mundo de Sofia quando li! Beijo grande!

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  11. Tina, concordo totalmente com o APRENDER, todavia sou suspeito para comentar seu texto. Acho que nunca joguei baralho em minha vida. Estranho, mas acho que não teria paciência de ficar concentrado nessas regras. Vou até pensar no porque disso. Será que compensa? rs...rs.
    O importante é aprender sempre, não é?
    Manoel

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    1. Acho que porque é importante aprender e aprender é um exercício de regras, o jogo de cartas, bem como de dominó e jogos de tabuleiro em geral, além de divertirem, ensinam. São brincadeiras que nos treinam para o jogo da vida.
      A propósito, vc já jogou "Jogo da vida"?
      Parece infantil, bobo, só um jogo de tabuleiro, as crianças brincam, escolhem, ganham e perdem e aprendem subliminarmente muitas lições.
      Longe da fama e da prática de vício e apostas dos jogos de cartas e perto da sabedoria das escolhas, jogadas, significado do rei, coringa, copas, espadas e todas as simbologias que muitos desconhecem, perto das jogadas alheias e do saber ganhar e perder.

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    2. Tina, esclarecendo o meu comentário:
      Nem de longe pensei em ver o jogo pelo lado de "jogo vício". Entendi sua comparação com o poder de raciocínio e concentração. Eu quis dizer no meu comentário é que eu não sei jogar porque não "consigo" ficar muito tempo parado me concentrando. Acho que isso um dia tem que ser conseguido. Talvez com muito treino, não é? Estava mostrando mais um "defeito de fabricação" meu, rs...rs.
      Suas postagens são sempre muito construtivas e cheias de boas intenções :)

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