14 de novembro de 2014

Ar, voltar, amar

"A reta é uma curva que não sonha"
Fez a curva o poeta encantado e encantador
A imagem meu irmão mandou para mim por e-mail
A frase uma de muitas das suas pérolas
Idas, finitudes e infinitos sentimentos
Infinitas presenças
Tomei um ar para voltar
Por Manoel Barros tanto amar
Seus escritos e as entrelinhas
As iluminuras
Seu sorriso alumiado
E até sua ranzinzice
O gostar de escrever com lápis
Candura por papéis, cadernos
Os amarradinhos que fazia nos blocos
A simplicidade
O olhar fontano
Caracol que virou borboleta
E passarinho sempre será

7 comentários:

  1. Será sempre passarinho pra nós! Lindo carinho pra quem foi voar e enfeitar por lá! bjs, chica

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  2. Lindo passarinho cantando versos angelicais. Linda homenagem e perdemos um grande poeta.

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  3. Olá, queria Tina
    O jeito dele escrever era ímpar.. nos deixou o legado da leveza e inovação... dentre outros...
    Vc poetou livremente como ele... legal!!!
    Bjm fraterno

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  4. Ah Tina, levo o Manoel no meu coração, ele me ensinou a olhar para as coisas sem importância e ver nelas o belo.
    Bjs

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  5. Iluminado teu post. Lindo presente apassarinhado que ganhaste de teu irmão.
    Beijo!

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  6. Mais um que se vai... O céu esta repleto de poesias...
    Bjs

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  7. Tina, não fique triste vovó falou que ele virou um passarinho beijinhos pedrinho

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