8 de abril de 2015

A Child's Garden of Verses
Esse é o nome dessa iluminura onde a colhi, no Pinterest
Amei a primeira vista
Tem gente que nos dá olhos
Aprendi com a menina que roubava livros
Que vi o filme e ainda vou comprar o livro
E se seus olhos pudessem falar, o que diriam dessa ilustração?
O que diz sua mente ou o coração 
Diz para mim, em poucas ou muitas palavras
Um só que eja
Mostra a mias alguém e me diz o que quem e o que disse
Só para interagir e também para desmistificar a arte
Tirar do cult, estender, ir além do "entender"
Além da visão do autor talvez, de críticos e entendidos provavelmente
Penso que toda arte é múltipla
E é legal que assim seja ao meu ver
Obrigada!
Consegui ver! 
Disse Max a menina que lhe descreveu o dia lá fora
Eu digo obrigada aos filmes que vi
Livros, textos, crônicas, poemas, ilustrações
Quadros, esculturas, balanços em praças
Histórias e músicas que ouvi
As oficinas e cursos que fiz
Dizer que tal quadro representa tal coisa
Muitas vezes é uma leitura particular
Que tal escrito tem tal intenção
Que a letra de tal música quer dizer tal coisa
Que na decoração não pode tais elementos juntos
Que isso é pouco e aquilo é muito
Que o verde que acho que é verde água
A paleta diz que é verde desmaiado
Acho deprê o verde ser desmaiado, mas gostei dele
E lhe dou o nome de verde água, pode ser?
Acho que sim!
Acho também que vale o técnico
Valem algumas informações pelo estudo e com sentidos diversos
Mas perdem na essência
Não há encantamento de lagoa, de quintal
Liberdade de pardal
Tal e coisa
Coisa e tal

9 comentários:

  1. A poesia é assim também, vemos com olhos ímpares, e nenhum comentário esta desfocado: tudo é relativo. Li o livro "A menina que roubava Livros", muito bom viu, fiquei com vontade de ver o filme! abraços

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  2. Amo a menina que roubava livros, me emociono sempre que leio ou assisto, tanta doçura.

    bjokas =)

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  3. Delia é ver e imaginar, fazer histórias, sonhos e fantasias...
    Olhando a figura, eu já vejo um menino e uma menia descobrindo seus reflexos nas águas límpidas do lago, que descobriram em suas caminhadas furtivas pela floresta...
    hum... fui longe! Que bom!
    Bjs

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  4. Eu vejo o que deveria ser a infância: uma agenda livre, telas desligadas e encantamentos de quintal, de varal, de pardal!
    Amei também a ilustração e a liberdade de olhar.
    Beijo.

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  5. Oi amiga, que imagem linda, gostei muito dela também!!
    Vim lhe desejar uma excelente semana, beijos e fique com Deus!!!!

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  6. Isso mesmo, Tina, toda arte é múltipla.Fiquei encantada com essa imagem. Muitas interpretações.
    Vi no blog da Cristiane que você também é de abril. Legal, igual a mim.Sou do dia 16. E você? Quem será que vai ganhar o sorteio do blog dela?
    Bj,
    Lylia

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  7. Tina que imagem maravilhosa! Fiquei um bom tempo só admirando, sem pensar em nada, sem palavras...uma doçura, uma paz...
    Adorei a frase: tem coisas que nos dão olhos.
    Sempre fui curiosa com esse livro, mas nunca tive coragem de ler nem de ver o filme, fiquei com medo de ser muito pesado,..estou numa fase em que não posso com tristezas demais.
    Você que viu, me diga, é tão dolorosa mesmo essa história?
    Bjs querida, obrigada por compartilhar a fonte da pintura, vou procurar, porque me encantei com ela.

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    1. Tinha esse receio e marido tb
      Mas é de uma delicadeza, poesia, leveza, ímpar

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