15 de maio de 2015

Da arte não ter idade

 


Fotos da internet sem referência da autoria
Essas mãozinhas e unhas cheias de tinta
Diante de mim, ia ser pra lá de vinte fotos

Eu que comecei a semana falando da arte não ter fronteiras de escolaridade, idade, classe, vou nessa sexta-feira que é dia de todos os santos aqui na Bahia, apresentar com alegria e pedido a Oxalá, que os idosos saiam do marasmo, do abandono, do não tenho mais idade e vivam, não esperem a morte, para falar bem clara e diretamente, não se acomodem, se limitem e maltratem no papel de coadjuvantes, expectadores. Aos que tem limitações reais, cuidados, alternativas, criatividade e fé.
O que eu trouxe hoje pra cá, que me encantou e me fez vibrar e aplaudir, é um projeto muito legal, chamado: Lata 65, que apresenta e integra pessoas idosas a arte urbana, mais precisamente ao grafitismo.
A proposta é de uma grafiteira e educadora finlandesa chamada V. Jalava, que  criou um projeto chamado K65, coletivo composto só por idosos acima de 65 anos. Ela já é conhecida por suas intervenções urbanas artísticas e trabalhos em prol de comunidades e do meio ambiente e eis que passou a ensinar a esse nicho seleto e sábio de pessoas, técnicas de pintura em spray e vários conceitos que o grafite agreg,  além das cores e formas .
Para ver o K65 e o Lata 65 em ação, fotos, mais história e talz, fuça no Google, no Youtube, Facebook e se inspira a participar, recomendar, incentivar azamigas, os manos, mães e pais, tios e tias, vós e vôs a grafitarem, darem tapas no visual da pracinha do bairro ou da cidade toda com jardinagem é outra opção, porque o céu, para os que crêem, pode ser o destino, mas não deve ser o limite. Formou? Amou? Eu amei!

13 comentários:

  1. A arte não tem limite. Seguimos o exemplo de Beethoven, que mesmo surdo compôs a Nona! abraços

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    1. não se deter, nem limitar
      nem pisando em formigueiros rsrs

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  2. A arte não deve mesmo ter idade. A vida não tem que se aposentar aos 60, 70.
    Amei essa finlandesa e algo me diz que ela iria gostar demais das cores da Bahia!
    Beijo!

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    1. Visto macacão jeans, com camiseta branca para intervenções, boto meu boné pra trás e vou grafitar com ela.
      Cabe um convite, será?

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  3. A arte de criar, inventar, fazer e acontecer não pode ter idade. Enquanto a idade dentro de nós não "pegar", temos e podemos fazer "artes"... bjs, tudo de bom,chica

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    1. eu sou forever 4, 7, 10 anos no máximo rsrsrs

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  4. Muito legal! Eu que tenho um pai de 88 aninhos sei como eles precisam se sentir criativos e vivos.
    Amei!
    Bjs

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  5. Isto é vida, é fogueira de ilumina! adorei...beijos e bom fim de semana!

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  6. Arte não tem mesmo idade e que simpática essa velhinha!
    Lindo post,
    Beijinho

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  7. Já passei de meio século, agora aos 60, ando fazendo tudo o que gosta e que não tinha tempo ou não me dava tempo. Acho que se não pudesse escrever ou pintar morreria, O mundo está tão pesado lá fora, não me desconecto, não me alieno da realidade mas construo um mundo à parte,,onde posso ser feliz. e muito feliz. Criar é tudo de bom
    Belíssima texto. Um abraço

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  8. AH!! Tina, gostaria de passar o endereço do meu outro blog.
    www.suaveenatural.blogspot.com. bjs.

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