1 de maio de 2015

Olá maio!

Ilustração do blog Artistamuvek
Falei por aqui dia desses, sobre preconceitos linguísticos e regionais e chamo sempre a atenção para tantos outros preconceitos, bem como, o combate aos excessos e isso vale para o politicamente correto que acho tá meio descaracterizado, exagerado, com frescuras além da conta.
Em sendo o tom de piada, o ambiente, com nível, há graça e tradição em temas diversos que não são agressão moral, preconceito ou fim do mundo por exemplo. Quem nunca contou ou riu de uma piada de português (até portugueses já riram e riem), piada sobre baianos, bêbados, loiras. Histórias rimadas e engraçadas cantadas em repentes. Tão sem podas e sem ofensas as piadas contadas por exemplo por Mussum e todos os trapalhões, por Costinha, Chico Anysio.
Numa reprise de grandes entrevistas de Jô Soares, vi uma antiga com Chico em que ele fala da polêmica de quando a muito tempo ele fez piadas, com algumas opiniões pessoais e críticas sociais nas entrelinhas. como não ter nada a ver com o: Salve as baleias. Para eles, elas eram desnecessárias bem como os mico leões, com os quais não convivia, nãos os via, comia e fez uma comparação, disse que morreu Tom, Vinícius e que nem de perto as perdas teriam tanta repercussão e pesar como a extinção dos micos. Foi criticada, mas hoje seria top no Twitter, passível de agressões e ameaças nas redes sociais. Podia até ser desconsiderado um gênio. Nessa mesma entrevista ele faz várias piadas sobre baianos que achei não consegui prestar atenção para narrar certinho aqui só que não rararara.
Chico Anysio nasceu na cidade de Maranguape, no dia 12 de abril de 1931, ariano, destemido, versátil, estudou para ser advogado, mas a vocação de comediante e a necessidade de trabalhar mudaram o rumo de sua vida. Que a necessidade de mudança, o rir para não chorar, a crítica a política, a comportamentos, personalidades, personagens que representam o povo não sejam deixados de lados, quisá vetados e tudo fique engessado, chato e limitado, como diz uma sábia frase popular e pouco levada a prática: Cabeça é como um paraquedas, só funciona aberta.
Puxa a corda meu povo e que venha maio! Dia do trabalho, feriado, sexta-feira, bora rir, pular, saltar ou relaxar, vale tudo, vamos que vamos.

5 comentários:

  1. Vamos rir, brincar, ser feliz sempre e deixando frescurites, riquififis preconceitos de lado.Podemos! bjs, chica e que MAIO seja lindo!

    ResponderExcluir
  2. Que maio seja lindo (2)!!! E que seja leve, sem frescuras!
    Beijo

    ResponderExcluir
  3. Vamos soltar a imaginação e sorrir mais das glórias do que nos lamentar das tristezas. No Poesia também trago desejo de um mês abençoado, desejo lá pra vc. bjs

    ResponderExcluir
  4. Já chegou maio, eu é que me atrasei!
    Amei a ilustração : chegar de guarda-chuva aberto!

    ResponderExcluir
  5. Sinto como vc Tina, há uma certa dose de exageros no politicamente correto que acaba por entediar o que deveria divertir...são motes, repentes tão jocosos e naturais como o chiado dos erres e os acentos e tais.
    Um maio resplandecente pra ti.
    Um chero
    Calu

    ResponderExcluir