10 de setembro de 2015

Do meu achar estranho

Uma nova escritora pop, tipo pipocar de milho em óleo quente, ex jornalista que é ou era, respondeu com fluidez a uma das perguntas, na entrevista que segue o link: aqui (que leva ao nome do livro e a quem ela é para o gosto de uns, desconhecimento de outros e não gostar de outros tantos), que ela acha estranho seu livro se tornar um best-seller e se pergunta porque tanta gente está com ele na mãos e tendo tantas opiniões. Quanto a geral ter tantas opiniões nada a se entranhar pois as pessoas sempre opinaram sobre futebol, muitas sem saber quase nada, de médico todo mundo tem um pouco como diz o ditado e cada dia mais e mais, principalmente e as vezes exclusivamente nas redes sociais, opina-se sobre tudo. 
Não li o livro, mas já tinha ouvido falar e quando recebi a indicação da matéria via e-mail, me inteirei sobre o conteúdo e pela discrição, não me interessei, eu não leria, a não ser a pedido ou por alguma necessidade qualquer. Assim como no mesmo estilo de história e de popularidade não curti o famoso romance (filmes) Garota exemplar, nem o aclamado  O lado bom da vida. Não comunicaram comigo, não rolou química como se diz. Achei bem feitos, boas atuações, entendi a mensagem principal, vi (não sei se lá estavam ou vi através do espelho) mensagens e nuances adjacentes as de destaque, mas não leria os livros, não recomendo, são histórias densas demais, com apologias além de alertas. Valem como liberdade de expressão, retrato de uma geração talvez, como arte sempre, registro, identificações e buscas de soluções para a violência e transtornos diversos e o meu achar estranho é a paixão das pessoas, a febre, o vender que nem água no deserto. Só acho e estranho!

3 comentários:

  1. Como tem tempo que não faço, vou comentar no meu próprio post :)

    Estranho e uma observação que assuntos polêmicos ou de crítica, opiniões que são pessoais, portanto as pessoas podem ter diferentes, tem muito poucos comentários.

    Aprendemos com quem pensa diferente. Ao menos sobre respeito!
    Visitas no mesmo volume e poucos comentários.
    Estranho e raso!

    Eu gosto de falar de azuis e poesia mas não dá pra só circular no conforto, no lugar comum ou incomum. Só acho!

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  2. Vou contra a maré na maior parte das vezes.
    Vejo muitas indicações e euforias literárias no instagram. Exaltam, aclamam e eu já fui conferir. Comprei o tal aplaudido livro. Detestei. Não aconteceu só uma vez.
    Nem sempre o burburinho vai agradar. As editoras fazem de um tudo para promover suas obras e tem muita gente que quer estar na moda, ler o que está sendo ditado nas redes sociais.
    é bom para conhecer, saber o que está rolando. Mas ter o seu próprio gosto, comprar o que não está nas listas dos mais vendidos, desenvolver o seu gosto, é marca própria!

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