14 de novembro de 2015

Sobre cores e dores

Arthur e eu
Sobre tolerância
Diferenças
Pelas cores da camisa do rival
E da Bahia
Serem as da França igual
Com a pureza da infância
E a beleza da língua francesa
Je suis pauvre, pauvre, pauvre
Du Marais, Marais, Marais
Je suis riche, riche, riche
De Mairie d’Ivry
Triste, triste, triste
De maré, maré, maré
Por Marais
Por Paris
Pelo mundo
Le Marais, um dos bairros mais antigos de Paris, que meu irmão me ensinou ser a origem da canção de nossa infância e me indicou ir um dia
E um dia mais ou menos assim disse Castro Alves
Senhor Deus
Dizei-me vós
Se é loucura
Se é verdade 
Tanto horror perante os céus
Era e é
Lamentavelmente
E com a mão estendida ao céu
Como a do poeta baiano na praça
Mais palavras dele
Por menos desgraças
"Auriverde pendão de minha terra 
Que a brisa do Brasil beija e balança
Estandarte que a luz do sol encerra"
Meu desejo de paz
Providencia divina
E esperança

2 comentários:

  1. Olá, querida Tina
    Só mesmo cm a Providência Divina podemos viver neste mundo como está...
    E ter paz...
    Bjm fraterno

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  2. Lamentável e triste!!! E o Brasil também sofrendo em Mariana e ios enchendo-se de lama. É o fim dos tempos.

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