10 de janeiro de 2016

Do usar o cel 
Para registrar o olhar pro céu
O verde, o azul
Branco, amarelo
E nossos elos
Os meus com essas árvores
Da frente do mercado de Nazaré
Me viram elas muito ir e vir

18 de dezembro de 2015

Em dezembro

"Trocar presentes
Celebrar encontros
Lembrar dos ausentes
Rimar alegria com melancolia
Desde que me lembro
A saudade mora em dezembro"
Silvana Tavano
Deu saudade de blogar
E na melancolia
Entre saudades de quem se foi
Marcas do que passou
Sonho que tivemos
As boas novas
E o poder de cada novo amanhecer
Eis·me aqui
Para partilhar poetares
Para dizer oi
Para desejar boas festas
E continuidade das boas ações
Emoções, planos, metas
Partilha
Então bom Natal
Abraço tipo laço
Luz e encantamento de estrela cadente
Coração latente de fé e amor
Mirra, incenso, ouro
Paz e bem
Amém
Axé
Inté

30 de novembro de 2015

Das férias do postar

Então, olha as ideias da pessoa em plena segunda-feira, férias. Se bem que sendo final de mês, último dia para ser exata, vale gente.
Ausência de visitas por aqui, de movimento em blogs vizinhos e as demandas de filho de férias, festas de final de ano, novos projetos, atividades, novidades que depois venho contar e motivos diversos pelos quais não dá para aqui diariamente, como de costume, postar.
O plano é só em dias pontuais  em dezembro e janeiro publicar. Conto com a compreensão de todos, sugiro a leitura aos  muitos posts aqui já publicados. 
Dado o recado, vou aqui para minhas férias com pouco descanso. Fui!

25 de novembro de 2015

Convite na bagunça

Aqui na bagunça da casa, minhas, alheias, coisas para resolver, fazer. Sem nada programado ou nos rascunhos para publicar com a devida dedicação, hoje e amanhã fica aqui esse convite a quem por aqui passar, ler e comentar posts passados.

24 de novembro de 2015

Do meu amar rio e mar

Disse em seus doces escritos para O Globo
José Agualusa, sobre Mia Couto:
"Para criar, para escrever
Ajuda muito estar criança
Convém manter intacta a capacidade de transformar em brinquedo tudo aquilo que nos rodeia, das palavras aos sons. Convém permanecer disponível para o espanto, atento às surpresas que a vida sempre engendra e, ao mesmo tempo, manter intacta a capacidade de indignação"
Indignada com a poluição do Rio Doce
Do mar
Indignada por ser uma tragédia anunciada 
Indignada com o ser humano
Sobre o rio, mais afetivas e assertivas palavras de quem tem água no nome: "Quando um rio morre, morre tudo o que há nele, e todo o chão que ele atravessa. Surpreende-me que a tragédia do Rio Doce não provoque mais emoção e mais revolta, quer dentro, quer fora do Brasil."
Surpreendo-me 
E decepciono-me também caro Agualusa
Não foi acidente
Como beber, dirigir, ferir e matar
Também não é
Foto do Rio de Imbassai
Para desaguar meu pesar
Que nem fiz lá no Instagram
Para fazer pensar e se indignar