31 de janeiro de 2013

Todos os dias quando acordamos
Não temos mais
O tempo que passou
Mas temos muito tempo
Temos todo o tempo do mundo
Resolvi trazer hoje um trechinho dessa canção
Dessa reflexão do Legião
Andei ouvindo ela no filme O homem do futuro
Que vi mais de uma vez eses dias
Vocês já viram?
Mas atenção!
Nada de querer viver tudo ao mesmo tempo
Abraçar demais e ai não poder apertar
Sempre em frente, com leveza
Porque cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém
Bons caminhos e escolhas para nossa quinta
E para todos os dias

29 de janeiro de 2013

"Luz do sol
Que a folha traga e traduz
Em ver de novo
Em folha, em graça
Em vida, em força, em luz

Céu azul
Que venha até
Onde os pés
Tocam a terra
E a terra inspira
E exala seus azuis

Reza, reza o rio
Córrego pro rio
Rio pro mar
Reza correnteza
Roça a beira
A doura areia

Marcha um homem
Sobre o chão
Leva no coração
Uma ferida acesa
Dono do sim e do não
Diante da visão
Da infinita beleza

Finda por ferir com a mão
Essa delicadeza
A coisa mais querida
A glória, da vida"

Imagem, letra, canção
Para Caetanear
O que há de bom

26 de janeiro de 2013

Surgiu através dos trilhos dos blogs
Que levam e trazem mensagens
Postagens, amizades
Uma estação, do lado de fora do coração
Porque do lado de dentro é apertado
Não dá para passar trem
Trem passa pelas veias e artérias
Pulsante, vibrante, emocionante
E na data de hoje nos trilhos de Ana Paula
Chegou um maquinista, arteiro, artista
Amigo, simpático
Sério e engraçado, esperto
Filho querido, irmão adorado
Chamado Bernardo
Muitos  trilhos há entre nós 
Céus, chãos, estações
Mas um vagão chamado carinho vai e vem
"Fumegando, apitando, chamando os que sabem do trem"
Como cantou Raul Seixas
E "não precisa passagem nem mesmo bagagem"
O céu, Bernardo 
"Já não é o mesmo céu que você conheceu, não é mais"
Você está crescendo e os horizontes se alargando
Desejo que os trilhos da sua vida sigam como o trem da imagem
Entre cores, paisagens, folhagens
Roteiros, viagens
Paz e bem
Que o trem do bem, além de seja lá o que ou quem
Passe sempre pelo seus trilhos
Amém!

25 de janeiro de 2013

Post deletado

Eu apaguei o post de hoje
Cheio de comentários
Como?
Não sei!
Sei que apagado está
Ai vim dar satisfação
Fazer um post de reparação
Substituição
E como disse Saramago:
“Cho­rar o leite derramado não é tão inútil quanto se diz, é de alguma maneira instrutivo porque nos mostra a verdadeira dimensão da frivo­lidade de certos procedimentos humanos, por­quanto se o leite se der­ramou, der­ramado está e só há que limpá-lo.” José Saramago - Caim, pg. 40

24 de janeiro de 2013

Não! Ascensorista não!

Eu estava pensando um dia desses que se ainda fosse comum a ocupação de ascensorista (por aqui não se vê mais) e saísse em testes vocacionais eu não me encaixaria nela e se fosse obrigada por força maior a exercer o cargo, ia ter que fazer análise. Porque? Eu explico, é simples.
Adoro ouvir, ler, saber de histórias e em um elevador pensem a quantidade de histórias pela metade que entram e saem sem dar a menor satisfação?
É gente que entra com a história já começada, gente que começa a história e sai deixando a(o) ascensorista ali sem saber o desfecho. Muito tenso isso!

23 de janeiro de 2013

Desejo: “vontade de possuir”, segundo o dicionário. Na prática o sentimento ou instinto é misturado inadvertidamente com avareza, gula e todos os 7 pecados capitais. Muitas pessoas infelizmente não conseguem perceber a linha tênue que existe entre vontade, necessidade, capricho e limites.
Desejar é saudável, mas com moderação. A listinha de desejos tem que ter desde coisas compráveis a prazeres inegociáveis. As pessoas querem coisas e querem tudo de vez e para ontem, as vezes nem sabem o que querem e geralmente essa busca desenfreada por experiências, experimentos, objetos de desejo, são o retrato de carências, fugas, busca em realizar-se com felicidades que são passageiras.
As pessoas passam horas de seus dias assistindo televisão: novela, futebol, séries ou "conversando" e "interagindo" nas redes sociais e reclamam de filas que demoram 5 minutos e não tem tempo para ler e não tem tempo para fazer a tarefa com o filho, para colocar e tirar a mesa pra tomar café, almoçar, jantar. E é nessas pequenas vivências que mora satisfações, emoções, a família, o casal na mesa, a disputa e aperto no sofá, disputa por um lençol, nada de um para cada para não ter briga, dividir é legal, esperar, ceder, dar a vez.
Quantas matérias você vê, ou quantas pessoas você ouve conversando e comentando sobre peças de teatro, leitura, receitinhas caseiras? Poucos. Porque? Porque são poucas as pessoas que se dão ao trabalho de cozinhar, por a mão na massa mesmo, com prazer, poucos tem o hábito de ir ao teatro como tem de ir ao cinema, exceto para peças famosos e super populares, reclamando do preço do ingresso como não reclama do preço dos shows e contas de barzinho de toda semana e que custam o dobro.
Ler livros, também não é hábitos de muitos, pelos menos dos que conheço, ou se leem todos leem ou leram o mesmo livro e não ler te coloca completamente fora de moda e te deixa sem assunto, pois até assuntos tem que ser o da moda, variar não rende papo.
Em plena era e efervescência digital, quantas pessoas se dão ao trabalho de pesquisar algo de útil? O Face chegou às massas, porque essa é a moda, todo mundo tem, do flanelinha ao empresário, mas a busca se resume a conhecidos, rivais, fofocas, a busca de conhecimento, cultura, movimentação social, são um uso lamentavelmente pequeno.
Desejo que as pessoas sejam mais curiosas, se instruam, busquem conhecimentos diversos, fúteis, inúteis e agregadores. Ouço frases e expressões como: Carpe diem e tantas outras, ditas e repetidas, sem noção do que realmente querem dizer, apenas repete-se por achar bonito, por  achar que quer dizer pegar geral, tomar todas, aproveitar a vida loucamente. Oh God!
Lembrei da recente e ainda atual moda Moustache como é chamada, todo mundo usando e querendo e nem a vendedora da loja, nem meia dúzia de pessoas a quem perguntei sabia o que significava. Será que só eu sou curiosa? 
O tal bigode é um símbolo na luta contra o câncer de próstata masculino, a marca foi lançada na França, é como o nosso espiral, símbolo da luta contra o câncer de mama.
Só para constar "Carpe diem" é uma frase em latim de um poema escrito por Horácio, que segue, em latim e traduzido.

Carpe diem quam minimum credula postero
Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi finem di dederint
Leuconoe, nec Babylonios temptaris numeros
Ut melius, quidquid erit, pati
Seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam, quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida

Colha o dia, confia o mínimo no amanhã
Não perguntes, saber é proibido, o fim que os deuses darão a mim ou a você
Leuconoe, com os adivinhos da Babilônia não brinque
É melhor apenas lidar com o que cruza o seu caminho
Se muitos invernos Júpiter te dará ou se este é o último, que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar
Tirreno: seja sábio, beba seu vinho e para o curto prazo reescale suas esperanças
Mesmo enquanto falamos, o tempo ciumento está fugindo de nós

22 de janeiro de 2013

Luz, câmera, ação

Martha Medeiros escreveu o que segue, ao comentar sobre o novo programa da GNT, dirigido por Selton Mello, chamado Seção de Terapia, gosto muito dos 3: Martha, Selton e GNT. Muitos do que eles escrevem, falam, transmitem, parece ler meus pensamentos, traduzir minhas opiniões e indagações, assim como, o que eu escrevo, parece ler os pensamentos alheio por muitas vezes e isso é fascinante.

"Analisar-se é aprender a narrar a si mesmo. Parece fácil, mas muitas pessoas não conseguem falar de si, não sabem dizer o que sentem. Para mim não é tão difícil, já que escrever ajuda muito no exercício de expor-se. Quem escreve está sempre se delatando, seja de forma direta ou camuflada. E como temos inquietações parecidas, os leitores se identificam: “Parece que você lê meus pensamentos”. Não raro, eles levam textos de seus autores preferidos para as consultas com o analista, a fim de que aqueles escritos ajudem a elaborar sua própria narrativa.
Meus pensamentos também são provocados por diversos outros escritores, e ainda por músicos, jornalistas, cineastas. Esse intercâmbio de palavras e sentimentos ajuda de maneira significativa na nossa própria narração interna. Escutando o outro, lendo o outro, se emocionando com o outro, vamos escrevendo vários capítulos da nossa própria história."

Sinto que faço análise ao escrever e me delatar, retratar e indagar e isso se estende ao que leio, assisto, ouço e por isso defendo muito por aqui a seleção de leituras, músicas, filmes, assuntos, valores que colocamos em nossas vidas, para que a narração seja da melhor qualidade possível e as cenas dos próximos capítulos sejam sempre dignas de óscar.

21 de janeiro de 2013

Felicidade
É um fim de tarde olhando o mar
O céu
É a água fervendo para o café
O marido que chega do trabalho
O filho crescendo a cada dia
A cama limpa e cheirosa
Tarefas cumpridas
Um abraço, um sorriso
...

19 de janeiro de 2013


"E aprendi que se depende sempre
De tanta, muita, diferente gente
Toda pessoa sempre é as marcas
Das lições diárias de outras tantas pessoas"
Palavras, poesia e sabedoria
De Gonzaguinha na canção Caminhos do coração
Eu ganhei ontem um abraço recheado de paz
Com a ilustração desse post
E outras ilustrações tão lindas quanto essa
De um telhado vizinho e apassarinhado
Obrigada amiga cotovia!
Obrigada a quem sempre me manda mimos!
Quem passa por aqui!
Quem lembra de mim!
Abraço recheado de paz a todos
Com cobertura de gratidão
E bordas recheadas de carinho e aprendizados

17 de janeiro de 2013

"Comprei o ócio"

No título do post está uma das muitas frases do apassarinhado, poeta, ao meu ver filósofo, formado em Direito, fazendeiro, escritor, Manoel de Barros.
Nascido no Mato Grosso do Sul, em 1916, aos 13 anos Manoel foi estudar num internato religioso no Rio de Janeiro e em 1949 saiu do Rio e voltou ao Pantanal para tomar conta da uma fazenda que herdou do pai.
Foi através de Arranjos para assobio, em 1980, com 66 anos que ele levantou vôo como escritor. Hoje já são mais de 20 livros publicados, que preciso pontuar, não encontrei ao procurar, mais de uma vez nas livrarias aqui de Salvador, prefiro não comentar para não perder a doçura da postagem.
Manoel de Barros é considerado um dos grandes e mais originais poetas da língua portuguesa e para mim é um senhorzinho fofo, meio ranzinza, meio doce, meio maluquinho e meio lúcido, meio relax e meio estressado, um sábio-sabiá. Para quem não o conhece, ou conhece e não se cansa de conhecer, clica aqui para ver um documentário sobre ele, chamado: "Só dez por cento é mentira". Clica aqui para ver apenas o trailer, com comentários.

16 de janeiro de 2013

Essa ilustração não sei se fui eu que achei ou ganhei
Mas estava aqui guardada
Salvei com o nome Ariana
Sou do signo de Áries para quem não sabe
Hoje olhei pra ela e achei com cara de contente
Segue sugestão de fundo musical para combinar

"Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá

Quando a gente tá contente
Tanto faz o quente, tanto faz o frio, tanto faz
Que eu me esqueça do meu compromisso
Com isso ou aquilo que aconteceu dez minutos atrás

Quando a gente tá contente
Gente é gente (gato é gato!)
Barata pode ser um barato total
Tudo que você disser deve fazer bem
Nada que você comer deve fazer mal"

Música de Gal Costa

14 de janeiro de 2013

“O esplendor da manhã não se abre com faca"
Que nossa semana seja esplendorosa
Abrindo e fechando manhãs, dias
Portas, caminhos, ciclos
Com sabedoria e paciência
Observação e cautela
Delicadeza, afeto e fé

12 de janeiro de 2013

Os outros somos nós

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.”
Salve Nelson Mandela!
Salve o respeito!
Salve o amor!
Bom final de semana!

11 de janeiro de 2013

A dona felicidade

"O trem da alegria saiu agora
Partiu nesse instante 
Da rádio nacional
A gare principal da central
Carregado de ioiôs e colares
Cocares, miçangas e tangas
E sambas para o nosso carnaval
O trem da alegria promete, garante
Que o riso será mais barato dora em diante
Que o berço será mais confortável
Que o sonho será interminável
Que a vida será colorida, etc e tal"
Música de Frejat que ouvi, amei e compartilho com vocês
Em clima de sexta-feira
E prelúdios de carnaval pra quem vive em ritmo acelerado
Eu ainda estou em ritmo de ano novo

9 de janeiro de 2013

Ser ou ter? Eis a questão

Assisti dia desses uma reportagem no Jornal Nacional sobre o aumento de cursos de medicina em Faculdades sem tradição atrelado a diminuição da procura e empobrecimento dos cursos nas grandes e tradicionais Universidades.
A opção pelos cursos em Faculdades alternativas se dá pelo custo ou por imaginar ser a mais nova mais moderninha ou menos exigente, mais perto e outros detalhes que recaem sobre uma má qualidade de ensino e consecutivamente uma má qualidade de médicos, o que é preocupante. 
Ai pensei, temos muito, mas com pouca qualidade de muitas coisas hoje em dia. Muitos amigos (contatos melhor dizendo), muitas lanchonetes, muitas marcas e achamos isso o máximo, realmente muita coisa é o máximo, mas muito também é o mínimo e muito se perdeu.
Nas perdas não visualizadas ou contabilizadas, por se estar deslumbrado ou alienados, vai se criando um sistema interno que acha que mais é sempre melhor e que o maioria acha, faz, gosta, é bom.
Adolescentes que deviam estar nos playgrounds, shoppings, praças, praias, estão de frente para um  PC ou o celular de manhã, de tarde e de noite, se orgulham em dizer que possuem 3.000 amigos no Facebook, por exemplo e eu duvido que lembre o telefone de alguns deles para ligar, que algum deles atenda de pronto a um chamado, um pedido, coisas de amigos não de contatos.
Pior ainda, adultos, uns sem rumo na vida e outros com família estruturada, dão mais atenção aos amigos virtuais, se preocupam em postar fotos e gracinhas a ver seu filho recém-nascido dar o primeiro sorriso, visitar um amigo doente ou deixar um bilhete de próprio punho na geladeira com alguma gracinha, recadinho, mimo.
Empresas têm cadastros de “clientes” com milhares de nomes, serão mailing´s com quantidade o diferencial ou com qualidade e acompanhamento?
Queremos ter muitas coisas, muitos objetos, viajar muito, ir a muitos lugares que tenham muita comida, muita gente. E a qualidade?
Será que muitos dos nossos problemas não estão relacionados a esses excessos?
Será que não seria melhor termos menos experiências, com mais qualidade?
Ninguém, no sertão por exemplo, tem muitos dos nossos problemas, para eles problema é faltar água, não ter ou não saber onde colocou o candeeiro, porque a noite não há luz elétrica,  ficar doente e não poder trabalhar, ter um parente ou vizinho passando dificuldades, não andar, não amanhecer com saúde para dormir agradecendo pela vida. É uma falta não tirar o chapéu ao falar dos entes que já se foram ou ao pronunciar o nome de Deus.
A busca do muito, do estético, do popular, dos desafios constantes, da excelência, dos valores cultivados e cultuados hoje em dia empobrece a vida, é o que penso. Todo mundo parece querer ser o maior e não o melhor.
Simplificar é a receita da felicidade, o valor está na qualidade. A intimidade de um casal está na mão dada, na troca de olhares que falam, em saber o que o outro está sentindo ou pensando, em ver o que uma pessoa gosta e lembrar-se dela imediatamente. Está no sorriso de uma criança, em descansar numa tarde de domingo com a cabeça vazia, paz no coração
Precisamos de um mundo que valorize a qualidade, a simplicidade do que são as pessoas e as coisas e o quanto podem ser boas e agregadoras e não o quanto podem exibir e ter. E tenho dito!

3 de janeiro de 2013


"Olha a menina-flor
Ela emana carinho e amor

É Genial, sábia e simples
Simples como o orvalho da noite
Como a fina garoa que molha nosso rosto

Tina é seu nome
Tina-flor
Doce Tina
Tina-amor

Sabe Tina?
Aquela que com seu jeito nos fascina

Menina, Mulher
Mãe e Amiga
Aquela que é como uma leve brisa no fim da tarde

Por onde passa, semeia harmonia, paz e simpatia
Enche nossos corações de alegria
E colore nossas vidas

Tina-cor, Tina-humor, Tina-raio-de-luz
Tina forte mulher que paz e bem nos conduz

Quem dera existissem Tinas mil
Tinas mil realçariam ainda mais a beleza da vida
Da natureza, dos céus e das simples coisas
Arrancariam ainda mais sorrisos de alegria
E deixariam em mais pessoas o gostinho bom de viver"

A Gratidão é um sentimento, um valor, uma dádiva tanto quando praticada, quanto quando recebida. A palavra vem do latim gratia que significa honra ou homenagem prestada a alguém. Tem ainda no nosso vasto e simpático vocabulário palavras derivadas como  agradar, agradecimento, gratificação e congratulação.
Comecei o ano com poesia, amizade, homenagem, gratidão e emoção. Recebi por e-mail uma linda e encantadora poesia, de  uma amiga aqui da blogosfera, Marcilane é o nome dela, nome que tem origem francesa, uma variante de macela ou marcela, erva da flora brasileira, aromática e calmante.
Recebi ontem orquídeas, de meu marido, no final do dia, quando ele voltou do trabalho, como simbologia de um feliz, fértil e florido 2013. 
Recebi hoje um convite para participar de um livro que será uma coletânea de textos a ser publicado ainda esse ano e recebi hoje também, uma porção de ilustrações fofas, a desse post é uma delas, da amiga e irmã passarinha Sheilinha. A essa troca constante de figurinhas para ilustrar nossos blog´s chamamos de mimos.
Tenho recebido desejos, comentários, declarações de amizade, mimos, admiração, gratidão, boas energias e agradeço a cada um, do fundo do meu coração.

1 de janeiro de 2013


“Somos feitos de átomos
Dizem os cientistas
Mas um passarinho me contou 
Que também somos feitos de histórias”  
Disse uma poeta americana para Eduardo Galeano
E achei perfeita essa frase para começar o ano
Somos feitos de histórias
Nossa vida é feita de histórias
Muitas histórias serão escritas em 2013
Que sejam boas
Como diz a canção de final de ano
"Depende de nós
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
E faz tudo por um mundo melhor"
Temos um livro com 365 páginas em branco
Mãos a obra então
Com aplicação de nosso conhecimentos e experiências
Novos aprendizados
Ilustrações
Emoções