Cantei muito nas aulas de religião a canção: "Terra, planeta água". Também já estudei e esmiucei a letra nas tarefas e avaliações de ciências, geografia e redação.
Muita água gastei com banhos demorados no chuveiro, banhos de mangueira, banhos nas bonecas em bacias e na pia do banheiro, lavei ccarros, joguei baldes transbordantes, após esfregar com alvejante, a varanda e escada de casa para ficarem limpas e perfumadas.
Todo esse papo foi para desaguar na tal crise hídrica, pública e polêmica, porque o assunto é grave e não é de agora.
A economia por parte dos consumidores individuais e coletivos, como grande ajuda, solução eficaz e urgente, ao passo que o mal uso da água por grandes empresas e pelo poder público é secundário. #helooouuu
A limitação das usinas e das chuvas, os problemas com reservas (que são de fórum individual e coletivo, privado e público) e as interligações escondem por trás interesses políticos, desmandos e descasos. #fato
Em na coxia, sem p devido cartaz dos jornais e dos movimentos de protestos sempre mais destrutivos que transformadores, o mal assoreamento dos rios, o não aproveitamento pelas indústrias da água das chuvas, a possível dessalinização de águas, o desmatamento que faz com a umidade não seja produzida pelas copas e chuva pelas nuvens. Porque não encher Sampa por beleza e necessidade de árvores? Senão para efeito imediato, para tão log.
Informação numérica para ilustrar: para produzir 1kg de arroz se utiliza 1.500 litros de água. Para se saber e porque assim send, como é comdiversos outros produtosalimentícios e objetos, essa água está incorporada aos produtos que exportamoa, logo temos que considerar essa evasão e não sermos um país como nenhum outro com tanta água.
Cabe e urgente usar de forma renovável da água de esgoto, para serviços de limpeza de ruas, regar jardins, para uso agrícola com tratamento que pode incluir adubo.Vale pontuar o descaso com o lixo (toneladas nas grandes capitais) que não é tratado produz água suja, o tal chorume, que polue mananciais, rios, lagos, lagoas. Saneamento básico das cavernas é o nosso. Tipo abaixo do básico.
A 12 anos atrás a Globo News exibiu um especial sobre a catatastrofe anunciada da escassez pelo desperdício e mal uso da água. Nesse especial muitas informações que vão além de é preciso levar carro de balde e tomar banho rapidinho, há muita água desperdiçada na agricultura com métodos retrógradas de irrigaçã.
Na real o povo tá fazendo e sofrendo muito para pouco resultado frente ao muito que pode ser feito e não é. Tem que cada um economiza, mas isso é um pedacinho do caos e hábito consciente e benéfico além da crise. O muito e tanto a ser feito, que não se faz, se rifa, põe preços, se manipula é o caminho. #tenhodito
É muita sujeira para pouca água e árvores, para poucas atitudes coletivas, como diz Raul é muita estrela para pouca constelação.
Por fim, para meios e fins mais anis, plantar mesmo que não seja para já, que seja para as novas e futuras gerações, vai que nesse gesto humano e digno, os santos se emocionam, choram e chove. Vale também nesse território da fé apelar para os índios, danças da chuv. Vale ainda lembrar que esse seco sem cessar é coisa de sempre no sertão, sem água, sem energia, sem a preocupação global no horário nobre porque no sertão só tem pobre.
Refrescante sexta, vim aqui para fazer essa crônica que estava engasgada e interagir para que sejamos mais exigentes, questionadores e com atitudes e fé em Oxalá as grandes mudanças se façam.