Passando para tirar o pó do blog, que já teve um post por dia. O que houve? Vou contar...
Minha alegria e constância de postar foram sendo minadas pelas muitas partidas e poucas chegadas de leitores. Pela preferência coletiva gradativa por outras redes sociais., tal e coisas, coisas e tal.
Um diário, um ensaio, um querer, poder, ser ou vir a ser escritora, um descobrir e me descobrir na poesia, a necessidade e o gostar de me expressar, conversar, trocar idéias, opiniões. Um contar da vida em crônicas, em fotos, em fatos e fantasias. Cotidiano, passado, presente, futuro. Assim para mim era e ainda é esse espaço.
Uma caixinha, as vezes quintal, de descobertas, alinhamentos, desalinhos, amizades, terapia, filosofias, futilidades, temas sérios e amenidades. O que não gosto. O amar por conhecer, o amar exatamente por não conhecer (pessoas, lugares, coisas).
Estou aqui, a garimpar o que já postei, tenho pensado apostar no idealizado e tão sugerido livro, talvez. Tirando coisas das gavetas, guardando no sótão, me desfazendo de algumas, inventando outras. Porque a vida é assim, muitos era uma vez, é a vez, serão as vezes, com páginas sempre a serem escritas.