Que me desculpe a maturidade, mas girar em cadeiras de rodinhas é fundamental, li por ai em um meme com a cara do Chapolin Colorado e amei, tanto que dei like, compartilhei e ainda trouxe para cá para o mês encerrar e junho saudar.
Perguntei a marido se a cadeira dele do escritório é de rodinhas e ele disse que era mas que não tinha espaço para girar a coitada e o coitado, tipo passarinho em gaiola. Muito chato isso eu pensei e ai lembrei do filme que vi ontem pela milionésima vez, que talvez até eu já tenha indicado aqui ou cronicalizado sobre. Onde o fundamental deixa de lado detalhes, como tem que ser. Para mim é fundamental uma cadeira de rodinhas ter espaço para ser girada ou pelo menos andar, se o espaço é apertado e fixo devia ser uma cadeira fixa (momento surto por cadeira do marido poder girar rararara).
Perguntei a marido se a cadeira dele do escritório é de rodinhas e ele disse que era mas que não tinha espaço para girar a coitada e o coitado, tipo passarinho em gaiola. Muito chato isso eu pensei e ai lembrei do filme que vi ontem pela milionésima vez, que talvez até eu já tenha indicado aqui ou cronicalizado sobre. Onde o fundamental deixa de lado detalhes, como tem que ser. Para mim é fundamental uma cadeira de rodinhas ter espaço para ser girada ou pelo menos andar, se o espaço é apertado e fixo devia ser uma cadeira fixa (momento surto por cadeira do marido poder girar rararara).
O homem do jogo é o nome do filme e eu adoro filmes de histórias, reais ou inventadas, de professores, jogadores e times de basquete, beisebol e futebol americano. Sempre há além das regras dos jogos, lições de vida, maneiras de contagiar. Me contagio com o fazer em grupo, com os detalhes relacionados ao jogo da vida, onde nem sempre ganhamos, nem sempre perdemos, mas temos sempre que estar aprendendo a jogar.
No filme, o técnico do time tinha
uma quantia pequena para pagar os salários dos jogadores, um dos menores
orçamentos do campeonato, um terço do valor da folha salarial do New York Yankees,
mas mesmo assim o time dele com ajuda de
um simpático e inteligente assistente, fez história, mudou as regras de
contratação e táticas do esporte e chegou tão longe quanto os Yankees no
campeonato e a chave para este desempenho foi começar levantar estatísticas de desempenho dos
jogadores no campo.
Toda essa explicação sobre o valor de atletas baratos, que possuíam boas estatísticas
nas posições que jogavam e encaixados no time no momento certo do jogo faziam a diferença, recaem na pergunta: Porque são baratos jogadores assim? Um
dos exemplos era de um ótimo jogador que não era valorizado porque era engraçado.
Sério isso? Sério! E quantas vezes características pessoais, comportamentais e
até físicas não excluem um bom profissional do mercado, uma pessoa legal de um
grupo. Sentir alegria em girar na cadeira não faz de ninguém idiota, ou faz, e
daí?
Posso achar idiota quem não daria
tudo num dia estressante por uma boa girada em uma cadeira de rodinhas. Para a
análise estatística do filme, a dupla se baseou nos estudos e teorias de Bill
James, um ex-combatente do Vietnã formado em literatura inglesa e economia, que
estudava o beisebol. Em 1977, James
publicou um livro e nele introduziu, pela primeira vez, as estatísticas e as
fórmulas para medir o desempenho dos jogadores de beisebol dentro de campo.
Para arrematar tipo Chapolin, direi
eu que o uso das estatísticas não está presente apenas no beisebol, movimentos friamente
calculados, estão presentes cada vez mais na maioria dos esportes, nas empresas, na decoração, no conforto, prazer e praticidade num mesmo patamar. E as
estatísticas dos no caso de atletas, equipamentos, espaços físicos, permitem que se conheça melhor os pontos fortes e
fracos, além de mostrar o melhor caminho para o desenvolvimento. E se vale para
atletas vale para a maratona da vida, trabalho, relações, coisas, basta fazer as devidas referências.
A matemática não é só exata, é linda, mágica, há poesia nela, você não
percebe não? Sugiro assista ao clássico Disney:
Pato Donald no pais da Matemática (locadoras, tv, Youtube, procura, procura),
essa animação me fez amar a matemática e o filme: O homem do jogo também. Ficam
as dicas!














