“Sem nenhum tropeço, posso
escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos
diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode
ter como impossível.
Podemos, em estilo corrente
escrever sem verbos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um
conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir.
Deploro sempre ver moços deste
século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, querendo
substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e
fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos
estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho
de cisnes e de condores. Honremos o que é nosso.”
Não tem a letra A.
ResponderExcluirUm trecho desse tamanho sem usar a letra A.
Eu achei fantástico!