Vamos refletir junto comigo e com Elizabeth Gilbert em Comer, rezar e amar quando ela fala do Augusteum, local construído por Otaviano Augusto para abrigar seus restos mortais e que foi destruído pelos bárbaros junto com quase todo a histórica Roma antiga?
Roma cresceu ao redor do Augusteum ao longo dos séculos, o lugar silencioso e palco de contemplação e reflexão para quem ali passa é como uma ferida, uma cicatriz.
No filme, a personagem sentada diante de tais ruínas pontua como um local que foi devastado, pode ser um local de tranquilidade. Ali se contempla o poder de adaptação, de reconstrução, se absorve sabedoria e aprendizado, pois fazendo um paralelo com nossas vidas e batalhas internas e externas: "A única
armadilha real é nos apegarmos às coisas. A ruína é uma dádiva. A ruína é
o caminho que leva à transformação".
Nossas ruínas, assim como nossas glórias fazem parte da nossa história e podem nos fazer mais fortes ao invés de nos enfraquecer. Não é sadio maquiar, esconder, isolar. Aceitar e encarar é sempre a melhor opção.
Embarquemos pois nessa viagem interna,
nessa prática diária considerando tudo que aconteceu e que ainda irá acontecer
em nossas jornadas com tranquilidade e contemplação, aceitando cada acontecimento
e cada um que encontre no caminho como professor, aprendendo, encarando e perdoando
não só aos outros mais também a nós mesmos.

Sem dúvida uma bela viagem esta. Nem sempre fácil, mas com a recompensa de paz e tranquilidade interior.
ResponderExcluirUma boa reflexão. Beijo
3 bjos (um seu e os outros de meus sobrinhos)
ExcluirBem isso,Alma!!!!!Beijo grande
ResponderExcluirSalve vc por aqui Baby, alma querida e amiga \o/
ExcluirE que a queda e ruína sejam grandes e que nos levem ao fundo do poço rapidamente. Assim, já teremos o impulso inicial para voltarmos à superfície.
ResponderExcluirGeralmente, rapidamente não é o melhor modo de aprender e nem sempre é a profundidade que melhor ensina. Rasos, arranhões leves, pistas, avisos, dores do tipo reumáticas, pequenas quedas, um escombros nos dão lições necessárias, homeopáticas, paulatinas, para aprendizados maiores, para a hora das quedas grandes e ruínas serem mais facilmente compreendidas e suportadas.
ExcluirQuero vc mais forte e positiva, quero brinquedos que mexem, brilhem e emitem sons nesse Kinder :)
Bem importante isso, principalmente a difícil arte de perdoar a nós mesmos!! É bem mais fácil perdoar os outros. Uma bela reflexão, Tina!!
ResponderExcluirTenha um fim de semana iluminado!!
beijos!!♥
Nossa passarinha...agora você me emocionou. Acho que é isso mesmo...olhar para todos os acontecimentos com amor e seguir adiante, com a espinha ereta e o coração tranquilo...
ResponderExcluirBeijo grande e bom final de semana! :)
Bom dia Tina Flor...como estão as mudanças em sua vida!!!
ResponderExcluirAdoro quando vc coloca pensamentos e eu leio logo cedo e fico meditando e pensando o dia todo...só não posso filosofar mais por causa das crianças...
Meu marido fala que quando as crianças crescerem e forem donas dos narizes, eu vou para um templo budista só pra poder pensar e filosofar...mas sou muito agitada e acho que nunca conseguiria ficar zen!
Enfim...olha eu divagando de novo...adorei o que vc escreveu e a viagem interna está acontecendo agora...
Bjs nutelosos gelados e um lindo dia para vc e sua família!
CamomilaRosa
Tina, este pensamento é emocionante... (sempre me emociono aqui) eu não sou nada boa com as palavras... mas acredito que devemos perceber os acontecimentos tanto com a gente como com os outros e pensar que eles possuem 2 lados... e assim seguir em frente ;) Amei!!
ResponderExcluirBeijos, uma sexta feira branca para vc e um final de semana colorido ;)
nandapezzi.blogspot.com
Olá...tive momentos nessa minha já longa jornada, onde pensei que havia chegado ao fundo, ruina total, esfacelada.
ResponderExcluirAo contrario! serviu-me de ensinamento, energia, força para recomecar e tentar (ao menos tentar) ser uma pessoa melhor.
Amei sua postagem, linda e emocionante.
beijos
Tina que casualidade faz uma semana que terminei de ler o livro comer rezar e amar , é isso ahi temos que viajar para dentro de nós, refletir, para conseguir entender a vida.
ResponderExcluirEstou acompanhando o desabrochar dessa caminhda beijos.
( tia ? B.)
Olá Tina,
ResponderExcluirNão li o livro. Vi o filme e não gostei muito. Achei muito superficial.
Agora, estou curiosa para ler o livro. Alguém, que não lembro, disse que iria me emprestar.
Vou dar tratos à cachola e cobrar.
Um ótimo final de semana.
Beijos.
Filosofia e conhecimento puro!
ResponderExcluirE achei tão combinativo com meu momento...
=D Te amo amiga!!
Bjus