Complexo hoteleiro aqui em Salvador
E que marido tirou uma foto minha no miolinho da grande flor
(Foi sem querer que rimou)
“Não é bastante
não ser cego, para ver as
árvores e as flores”, concordo com Alberto
Caeiro. E dentro dessa percepção, para mim não é bastante
publicar um livro, seja o único ou primeiro de muitos, tenha muitas ou poucas
vendas, resenhas, críticas ou elogios. Isso tudo é muito importante, motivante, uma
realização, mas tem detalhinhos do tipo ter a cara que imagino, com refinos que
vão do tipo do papel, cores, possibilidade de aroma talvez e o nome da Editora.
Não o nome como ter nome de peso, mas o nome mesmo. Já fiz bico pelo nome nada simpático ou apático de algumas editoras que pensei em orçar a publicação, assim como sorri e pisquei o olho ao ver o nome de outras e imaginar meu livro publicado por elas, através da relação do nome comigo, meus bem-quereres, minhas crônicas, que transita sintonia ou um que de incrível, de poesia impressa desde a capa, ciente de que essa relação por certo não será percebida por muitos.
Não o nome como ter nome de peso, mas o nome mesmo. Já fiz bico pelo nome nada simpático ou apático de algumas editoras que pensei em orçar a publicação, assim como sorri e pisquei o olho ao ver o nome de outras e imaginar meu livro publicado por elas, através da relação do nome comigo, meus bem-quereres, minhas crônicas, que transita sintonia ou um que de incrível, de poesia impressa desde a capa, ciente de que essa relação por certo não será percebida por muitos.
Quero algo como esse livrinho caixinha de fósforos que divulguei aqui ontem, um mix de livro e objeto, adornado de muita criatividade. Uma grande sacada! E
eis que uma amiga já publicadora de sua primeira obra, me manda uma crônica do
grande Ruy Castro, que vale clicar aqui para ler e comentar e que completa meu sentir e explicar.

Tina, primeiro esse mosaico é lindo demais.Cores, tudo que lembra o lindo mar!
ResponderExcluirQuanto ao livro, nunca pensei em publicar nada( apenas meus escritos em contos, pra deixar aos filhos, mas não em livro,sei lá, Mas sei que eles nem nos blogs os leem,rs Assim, ideia abortada!)).
Quanto ao nome, li a cônica do Ruy e gostei dos últimos, os mais atuais. mas adorei mesmo foi a sacada dessa caixinha de fósforo. E , desde já, na torcida para que consigas algo assim, diferente, inusitado. E tenho certeza, hás de conseguir! tens tempo! Vai que é tua!!rs beijos,chica
Rimou Salvador com menina-flor porque a poesia flui no seu interior!
ResponderExcluirGrande sacada mesmo a caixinha de fósforo que já risquei várias vezes ontem.
Na torcida pelo seu livro - criativo, poético e com um nome de editora como alguma da crônica do Ruy. Tapioca? Pandora ( para lembrar da amiga blogueira )? Veneta? Azul?
Sonhos se concretizam! Beijo.
Lindo!
ResponderExcluirAgora fiquei toda curiosa para ver a sua foto no miolinho...
ResponderExcluirSabe que tenho um sonho de um dia escrever um livro Tina... quem sabe uma hora dessas começo a escrevê-lo... O que contar nele já ta aqui na cachola...
Beijooos mil lindaaaaa menina-flor
Oi, Tina!
ResponderExcluirA imagem é muito poética, como tudo que você escreve por aqui.
Gostei do seu devaneio sobre a publicação de um livro. Esse é também um sonho meu e, assim como você, desejo que seja algo especial e sincero.
Que a sorte e o universo olhem pra nós!
Beijos,
Nina & Suas Letras
Tinaaaa
ResponderExcluirO mosaico é lindo, bela foto.
Espero que vc consiga realizar esse projeto.
bjokas com carinho =)
Tina, muito lindo o mosaico!
ResponderExcluirNomes interessantes das editoras atuais, eu gosto muito de uma que não consta na lista do Ruy,a editora "Comboio de cordas"adoro esse nome, e os livros são muito bons.
Tina, tantas ideias legais que surgem, com certeza você vai conseguir algo do seu jeitinho!
Beijos
Amara
O mosaico e suas cores. A menina e os seus sonhos. Um dia eles serão reais. É só lutar por isto.
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