Ilustração sem assinatura
Cheia de ternura
Que estava nos meus guardados
"Quando eu era criança eu deveria pular muro do
vizinho para catar goiaba. Mas não havia vizinho. Em vez de peraltagem eu fazia
solidão. Brincava de fingir que pedra era lagarto. Que lata era navio. Que
sabugo era um serzinho mal resolvido e igual a um filhote de gafanhoto.
Cresci brincando no chão, entre formigas. De uma infância livre e sem
comparamentos. Eu tinha mais comunhão com as coisas do que comparação." Manoel de Barros, de escritos, poemas, do céu, das estrelas, caramujos, borboletas, passarinhos, crianceirices, fantasia, realidade, finitos e infinitudes.

Aah, que saudades da minha infância, Tina. Eu também "cresci brincando no chão, entre formigas" e acrescento: na rua. Acho que isso não existe mais, né?!
ResponderExcluirBeijocas,
Nina & Suas Letras
Acho que todo mundo passou por isso e fingiu para brincadeira ficar mais gostosa e menos solitária rs...
ResponderExcluirbjokas =)
Que saudade me deu de minha infãncia. bjs
ResponderExcluirLINDA IMAGENS E MOMENTOS DA INFÂNCIA QUE EM NÓS DEVEM SEMPRE ESTAR! BJS PRAIANOS,CHICA
ResponderExcluirComparação separa; comunhão une.
ResponderExcluirPrecisamos, o mundo todo precisa de mais comunhão.
Beijo!
Feliz da criança que teve a infância assim como a do Manoel de Barros!
ResponderExcluirAmei a imagem! Pedrinho mandou beijinhos!
Beijos
Amara