Iluminura que desconheço a autoria
Tem muita gente que usa de forma inadequada e ingênua (alguns de fato, outros se achando espertos), as ferramentas tecnológicas por trás das da vitrine, as falsetadas, mascaradas, que a ciência da computação, da engenharia, da telecomunicação dentre outras, com os olhos da política, do capitalismo e outros olhinhos mais, que cada dia mais se esmeram em refinar o olhar, aumentar o campo de visão, modernizar, interligar, fazer parcerias, planos, dando assas e algemas a sapiência humana.
Nesse mundo digitalizado e
conectado, o Estado nos vigia e o Capital nos vende, ou seja, vende nossa vida
transformada em dados. Vigiam-nos pelo nosso bem, para proteger-nos do mal. E
nos vendem com nossa própria concordância, quando aceitamos cookies e
confiamos nos bancos que nos permitem viver de crédito (e, portanto, julgam-se
no direito de saber a quem fornecem cartão). Os dois processos, a vigilância
eletrônica maciça e a venda de dados pessoais como modelo de negócio,
ampliaram-se exponencialmente na última década, pelo efeito da paranoia da
segurança, a busca de formas para tornar a internet rentável e o
desenvolvimento tecnológico da comunicação digital e do tratamento de dados.
Como evitar ser vigiado ou
vendido? Os criptoanarquistas confiam na tecnologia. Vã esperança, para as
pessoas normais. Os advogados, na justiça. Batalha árdua e lenta. Os políticos
ficam encantados por saber tudo, com exceção dos seus dados. E o indivíduo?
Talvez mudar por si mesmo: não utilize cartões de crédito, comunique-se em
cibercafés, ligue de telefones públicos, vá ao cinema e a shows ao
invés de baixar filmes ou música. E se isso for muito pesado, venda seus dados
ao invés de doá-los como propõem pequenas empresas que agora proliferam no Vale
do Silício.”
Tema sério, pouco discutido,
muito atual, de fórum público que invade o íntimo. Trouxe a partir da indicação
da matéria completa (clica aqui para ler), que me foi indicada por e-mail por uma amiga.
Quando recebi e li, lembrei do quanto me dizem para colocar cookies no meu
blog, fosse possível colocar os de comer cheirando ou para serem servidos eu
bem colocaria. Propaganda faço por gosto, fiz uma tipo encomendada e assim a denominei
e julguei ser boa a indicação. Remuneração é algo que eu gostaria de ter,
escrever uma coluna, ter o meu espaço patrocinado por empresas afins ao
que escrevo, penso, idealizo, mas de sempre e por enquanto é um espaço de
interação, reflexão, de exercício da escrita, de terapia pessoal e coletiva, sem
fins lucrativos que por fim é por vezes (as que sei e as que não) levado e copiado e sabe-se lá mais o que. Chega a
assustar as vezes, desanimar e se perguntar, aonde o mundo vai parar, será que virar aldeia de índios de novo, tipo voltar para o jardim de infância não seria uma boa saída?

O mundo anda mesmo perigoso,Tina! Temos que nos cuidar em toooooooooooooooooooodos os lugares... Mas não vamos desistir! bjs, chica
ResponderExcluirTenho sido muito surpreendida por estas informações que dei sem querer dar. Fiquei assustada, fiquei brava, depois fiquei triste, agora estou só resignada por viver esta época sem ter me preparado melhor...
ResponderExcluirFazer o que?Agora é tarde...
Bjs
Estar aqui conectado implica em uma série de "bolinhas"...
ResponderExcluirUma boa reflexão.
Beijo!
Pois é, cara Tina... E quem aqui atira o primeiro mouse contra todas essas gadgets que não vivemos sem? Uma coisa eu aprendi tarde, deve ser essa teimosa Poliana que vive em mim: nada, absolutamente coisa alguma nos é ofertada a troco de bondade, crescimento ou dedicação ao bem. Na-da!
ResponderExcluirTudo Tina, infelizmente, vem atrelado a tantos outros compromissos e um deles, a WEB, é nos monitorar a cada tecladinha.
Vou ler o link sugerido por ti.
Beijos mais